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Mostrando postagens de maio, 2017
o ritmo dos passos de uma criança sonolenta o olhar da amiga que confidencia a noite passada um sorriso que sai sem véspera a sombra que as aquelas árvores pintam no chão o nuvens e sua dança em um céu de dia feio a poesia no banal a arma mais poderosa contra a rotina, robotização e o capital. meu olhos cansados batem crachá mas resistem. afinal, ternura também é revolução.